Menino morreu na casa da avó, que possuía a guarda provisória do neto.
Criança recebeu alta médica em fevereiro, após 1 ano e 5 meses internada.
O corpo do bebê de 1 ano e 8 meses, diagnosticado com uma doença rara popularmente conhecida como “ossos de vidro”, foi enterrado às 2 horas deste sábado (3) no Cemitério Municipal de Avelinópolis, a cerca de 60 km de Goiânia. Após ser liberado pelo Serviço de Verificação de Óbito (SVO), o corpo foi encaminhado da capital para a cidade do interior, aonde chegou por volta de meia-noite. O velório ocorreu na casa da avó paterna.
O menino morreu na manhã de sexta-feira (2) na casa da avó materna, Juraci Quintino, no Setor Caravelas, em Goiânia. A suspeita é de que a criança tenha tido complicações em decorrência de uma pneumonia. Segundo a pediatra que acompanhava o bebê, Paula Pires, há duas semanas, ele foi internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital da Criança com um quadro grave da doença. Ele recebeu alta uma semana depois, mas, já em casa, voltou a ter sintomas como febre, vômito e tosse constante.
Bebê com 'ossos de vidro' morre dentro de casa(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Por ser extremamente frágil e exigir cuidados especiais, o bebê viveu no hospital até 1 ano e 5 meses e só ganhou alta médica no último dia 17 de fevereiro, quando foi levado para a casa da avó materna. Ela conseguiu na Justiça a guarda provisória da criança depois que a mãe alegou não ter condições de criá-la e disse que iria colocá-la para adoção.
De acordo com Juraci Quintino, o neto acordou sexta-feira tossindo muito, fraco e não conseguia respirar direito. Quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegou, ela conta que o menino não apresentava mais sinais de vida. Os socorristas tentaram reanimá-lo por cerca de 30 minutos, mas o bebê não resistiu. "Ele já estava comigo há três meses e agora saiu assim, tão rápido. Não quero aceitar", disse Juraci ao G1.
'Ossos de vidro'
Conhecida como "ossos de vidro", a osteogênese imperfeita ocorre por uma Por ser extremamente frágil e exigir cuidados especiais, o bebê viveu no hospital até 1 ano e 5 meses e só ganhou alta médica no último dia 17 de fevereiro, quando foi levado para a casa da avó materna. Ela conseguiu na Justiça a guarda provisória da criança depois que a mãe alegou não ter condições de criá-la e disse que iria colocá-la para adoção.
Conhecida como "ossos de vidro", a osteogênese imperfeita ocorre por uma Por ser extremamente frágil e exigir cuidados especiais, o bebê viveu no hospital até 1 ano e 5 meses e só ganhou alta médica no último dia 17 de fevereiro, quando foi levado para a casa da avó materna. Ela conseguiu na Justiça a guarda provisória da criança depois que a mãe alegou não ter condições de criá-la e disse que iria colocá-la para adoção.
De acordo com Juraci Quintino, o neto acordou sexta-feira tossindo muito, fraco e não conseguia respirar direito. Quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegou, ela conta que o menino não apresentava mais sinais de vida. Os socorristas tentaram reanimá-lo por cerca de 30 minutos, mas o bebê não resistiu. "Ele já estava comigo há três meses e agora saiu assim, tão rápido. Não quero aceitar", disse Juraci ao G1.
'Ossos de vidro'
Conhecida como "ossos de vidro", a osteogênese imperfeita ocorre por uma
Conhecida como "ossos de vidro", a osteogênese imperfeita ocorre por uma
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